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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Reflexão de Hoje

Reflexões sobre a nossa economia brasileira....a empolgação econômica, descuidada, sem critério e desprovida de senso crítico sempre conduz ao caos;O Estado brasileiro é “macunaímico” e incompetente na raiz (em outras grandes nações isso não é diferente), logo, qualquer processo de desenvolvimento que dependa de suas canetadas – dadas a passos de tartaruga, em meio a abonos, férias faltas recorrentes ao trabalho, e erros sem justificativa – provavelmente não dará em nada. No máximo ajudará a maquiar ou produzir fases curtas, e sem sustentação no longo prazo, de progresso e bonança aparente.
Empresários e empreendedores precisam parar com o cafonismo do bom mocismo politicamente correto de uma vez por todas e ser apenas bons e corretos cidadãos. Neste contexto, segue-se apenas a legislação em vigor (sempre atento e lutando para que as exigências excessivas sejam atenuadas), mas sem se exceder com outras questões sócio ambientais. Em resumo, que tal fazermos o dever de casa? Ou, que tal pararmos de nos preocupar com o “macaco prego”, e no lugar disso cuidar bem dos nossos próprios funcionários? Melhor que isso, que tal não focar em programas sócio ambientais além de nossas próprias e pesadas obrigações, e em substituição focar esforços cobrando que a principal empresa de controle estatal de distribuição de água e saneamento de determinada região, não permita o desperdício de água de mais de 30%?
A proteção a setores industriais pode muitas vezes contribuir para a degeneração destes mesmos setores, mimando-os e diluindo o gênio inventivo de empreendedores que muito provavelmente cresceriam em situações adversas, com mais potência e capacidade de competição, caso não estivessem vivendo em uma redoma estatal de reserva mercadológica.
O mundo privado precisa aprender a contar essencialmente com o investimento e com o financiamento estruturado de origem privada, com agentes privados e cobradores de resultados e eficiência, deixando o fomento público para os setores estratégicos nacionais, a partir de um criterioso planejamento de produção de efeitos colaterais positivos em cadeia setorial. E tudo sob rigorosa e estrita vigilância civil. (Ajuda muito para evitar desvios de dinheiro, roubos. Essas coisas raras de acontecer, com a grana originada nos cofres públicos);O empresariado e a sociedade civil precisam berrar alto contra a elevação de tributos. As ineficiências estatais precisam ser resolvidas dentro do orçamento público já existente. Fica muito fácil produzir bobagens recorrentemente, inchando a máquina pública e depois descarregando o problema em cima do seu bolso. Que cortem na própria carne.
Um empresariado sem voz ativa e desorganizado será sempre refém do humor do Estado e suas eventuais maluquices;Muitas vezes, quando a oposição não existe ou não funciona – lembrando que ela é parte essencial da engrenagem das boas e prósperas sociedades modernas democráticas -, o maior aliado rumo a um ponto de inflexão ou caminho de solução, pode ser a própria capacidade do governo de plantão de produzir besteiras (o que não nos protege de vivenciar períodos duros e sofridos até o “ponto de inflexão” chegar);Sim, deixando os clichês de lado, crise é oportunidade (mas isso não afasta a dor);Construiremos dias melhores, certamente. Não é hora de esmorecer.
DO= Millor Machado

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