terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Mourão pode ser preso se insistir em intervenção militar
De acordo com a coluna Diário do Poder, de Cláudio Humberto... A paciência se esgotou com o general Hamilton Mourão, que há meses vem pregando “intervenção militar”, na verdade um golpe, e criticando o governo ao qual tem a obrigação profissional de prestar continência. Se fizer de novo, pode até ser preso, segundo especialistas no tema. Até quem o apoia lamenta a insubordinação, desafiando o paciente general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército. Leigos não entendem como militar da ativa pode defender golpe sem receber voz de prisão. Na caserna, dá-se como certa a candidatura de Mourão a deputado, em 2018. Ele deve vestir o pijama em março, aos 64 anos. No fim de semana, Villas Bôas decidiu punir Mourão deixando-o sem ter o que fazer, como noticiou em primeira mão o site Diário do Poder. O general Villas Bôas rejeita a tese de “intervenção militar” porque tem compromisso com as instituições democráticas e a estabilidade política., A suposta prisão de Mourão, ontem, criou clima de tensão em Brasília. Era boato. “Seria nitroglicerina”, resume um militar de alto escalão.
No Rio de Janeiro= Liminar suspende aumento do IPTU ação foi proposta por deputados
Do Rio de Janeiro...O aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) foi suspenso por uma liminar do Órgão Especial do Tribunal de Justiça fluminense (TJ-RJ), deferida nesta segunda-feira (11). Por 13 votos a 7, os desembargadores do tribunal acataram ação direta de inconstitucionalidade proposta pelos deputados estaduais Luiz Paulo (PSDB), Lucinha (PSDB) e Flavio Bolsonaro (PSC). A prefeitura do Rio deve recorrer da decisão. "Eu fico muito satisfeito porque não se pode majorar IPTU em caráter de confisco num momento de uma crise financeira tão grande do município e do estado. Foi um debate enorme, mas um resultado justo", avaliou o deputado tucano ao site G1. Segundo Lucinha, as mudanças impostas pelas novas regras, segundo ela, não promovem "justiça fiscal". Os parlamentares afirmam que o aumento do IPTU na cidade acompanhou o reajuste dos últimos 16 anos e não está de acordo com o que a prefeitura argumenta, de que seria para repor perdas inflacionárias. As novas regras do IPTU no Rio foram publicadas no mês de novembro no Diário Oficial do Município. O texto foi aprovado em setembro. Na proposta do município, o valor venal foi atualizado de R$ 40 mil para R$ 55 mil e o reajuste do ITBI foi de 2% para 3%. O projeto de lei foi aprovado na Câmara em segunda votação e, das 122 emendas propostas pelos parlamentares, 25 emendas foram aprovadas. Conforme diz a prefeitura do Rio, mais de 1,1 milhão de imóveis não pagam o imposto atualmente, pois tem o valor venal declarado de até R$ 40 mil.
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Vejam o vídeo: a maldade que estão fazendo com essas famílias em Mossoró... Natal= Época de hipocrisia ou de real confraternização entre os povos?
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